PROFISSÃO DE RISCO    09/05/2012
A cada cinco dias um jornalista é morto no mundo
por Izabella Peres

Ninguém nunca duvidou que a profissão de jornalista era algo realmente excitante. Apurar os fatos, correr contra o tempo, fazer denúncias. Mas jornalista também corre perigo? Infelizmente, sim. E muito. De acordo com dados divulgados pela ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF), em 2012, um jornalista foi assassinado a cada cinco dias no mundo. 

Para o professor da Faculdade de Comunicação Social (FAMECOS) da PUCRS Alexandre Elmi o risco existe, especialmente em zonas de conflito. Elmi, que leciona a disciplina de Jornalismo Internacional, ressalta que esse número divulgado é bem parecido com os dados relativos aos do ano passado, mas apresenta crescimento se comparado a 2010. 

"Zonas de conflitos sempre serão perigosas. Tanto para jornalistas quanto para qualquer pessoa que lá esteja. Infelizmente, essa violência faz parte do contexto desses lugares", comenta Elmi. O professor ainda lembra ainda que  as novas tecnologias têm contribuído para o aumento de jornalistas em coberturas deste tipo. 

"Por causa das novas tecnologias, vários jornalistas lançaram-se mundo afora para trabalhar como freelancer em busca de notícias mais quentes e dramáticas. Ou seja, acabam indo para lugares mais perigosos. Existe uma relação de proximidade entre o quanto uma notícia é interessante e o risco a que você vai ter se submeter para consegui-la", pondera Elmi. 

 
 
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